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O Mistério dos Discos Voadores

12 de Setembro de 2008

Entre os antigos hindus, os livros eram classificados de duas maneiras: os daiva ou míticos, que tratavam de contos e lendas, e os manusa, verídicos. O Samarangana Sutradhara era considerado manusa e nele encontramos referências aos barcos aéreos, redondos, metálicos e resplandecentes, com a observação de que "...nessas máquinas os seres do céu desciam à Terra...".
(O Samarangana, é desnecessário dizer, foi escrito há mais de 3000 anos).

Que mistério é esse que desafia 30 séculos e do qual podemos hoje a rigor dizer menos que nossos antepassados? No seu conjunto o problema dos objetos aéreos não identificados (discos voadores vulgarmente chamados) adquire antes o aspecto de verdade perdida do que realmente de mistério perene, e embora envolva conceitos de física, astronomia, aeronáutica e astronáutica ainda continua quase um tabú, numa época em que construímos astronaves tripuladas e já realizamos há muito o desembarque na lua.

A preocupação com os discos voadores é recente. Começou logo depois da Segunda Guerra Mundial, quando os notáveis avanços da ciência abriram à humanidade meios capazes de investigar uma série de fenômenos que antes podiam apenas constatar. No dia 24 de junho de 1947, Kenneth Arnold, piloto particular e homem de negócios norte-americano, sobrevoava a Serra das Cascatas, nas Montanhas Rochosas, quando avistou uma fila de enormes objetos discóides brilhantes, desfilando entre os picos a incrível velocidade.

Depois de pousar, Arnold declarou aos repórteres haver avistado misteriosos "flying Saucers" (pires voadores) e o nome pegou. Não obstante tais objetos nem sempre apresentarem a forma de um disco ou prato.

A Verdadeira Idade do Homem

02 de Setembro de 2008

Quando surgiu o homem sobre a Terra? Nao sabemos ainda, exatamente. Em fins de 1964 o Dr. Lakey, que já descobrira em 1958 os restos do "Zinjanthropus", voltou a sacudir o mundo científico com a notícia de que encontrara o fóssil de um hominídeo ainda mais antigo: o "homo habilis", que teria vivido há aproximadamente 1.700.00 anos atrás.

Essa notícia foi mais uma das bombas que a pesquisa arqueológica recente vem lançando sobre o bem elaborado edifício da história do homem. Eis que de reoente os antropólogos são obrigados a esquecer tudo que tinham imaginado e recomeçar praticamente do zero.

Uma única conclusão é permitida desde já: o homem é muito mais velho do que se acreditava até trinta anos atrás. Na realidade o trabalho desse sábios é uma verdadeira obra-prima de dedução detetivesca, já que os indícios diretos são pouco numerosos. Como disse o antropólogo William Howells, "não é fácil surgir um fóssil". Hordas incontáveis de criaturas humanas viveram na face deste planeta, mas poucas vieram a morrer em locais onde as condições químicas do solo eram tais que poderiam preservar seus restos. Na realidade existem pouco mais de 250 crânios e um número pouco maior de ossos espalhados pelos museus da Terra. É praticamente tudo que os sábios têm a seu dispor para traçar a origem e a evolução da raça humana.