Entre os antigos hindus, os livros eram classificados de duas maneiras: os daiva ou míticos, que tratavam de contos e lendas, e os manusa, verídicos. O Samarangana Sutradhara era considerado manusa e nele encontramos referências aos barcos aéreos, redondos, metálicos e resplandecentes, com a observação de que "...nessas máquinas os seres do céu desciam à Terra...".
(O Samarangana, é desnecessário dizer, foi escrito há mais de 3000 anos).
Que mistério é esse que desafia 30 séculos e do qual podemos hoje a rigor dizer menos que nossos antepassados? No seu conjunto o problema dos objetos aéreos não identificados (discos voadores vulgarmente chamados) adquire antes o aspecto de verdade perdida do que realmente de mistério perene, e embora envolva conceitos de física, astronomia, aeronáutica e astronáutica ainda continua quase um tabú, numa época em que construímos astronaves tripuladas e já realizamos há muito o desembarque na lua.
A preocupação
com os discos voadores é recente. Começou logo depois da Segunda Guerra Mundial, quando os notáveis avanços da ciência abriram à humanidade meios capazes de investigar uma série de fenômenos que antes podiam apenas constatar. No dia 24 de junho de 1947, Kenneth Arnold, piloto particular e homem de negócios norte-americano, sobrevoava a Serra das Cascatas, nas Montanhas Rochosas, quando avistou uma fila de enormes objetos discóides brilhantes, desfilando entre os picos a incrível velocidade.
Depois de pousar, Arnold declarou aos repórteres haver avistado misteriosos "flying Saucers" (pires voadores) e o nome pegou. Não obstante tais objetos nem sempre apresentarem a forma de um disco ou prato.
(O Samarangana, é desnecessário dizer, foi escrito há mais de 3000 anos).
Que mistério é esse que desafia 30 séculos e do qual podemos hoje a rigor dizer menos que nossos antepassados? No seu conjunto o problema dos objetos aéreos não identificados (discos voadores vulgarmente chamados) adquire antes o aspecto de verdade perdida do que realmente de mistério perene, e embora envolva conceitos de física, astronomia, aeronáutica e astronáutica ainda continua quase um tabú, numa época em que construímos astronaves tripuladas e já realizamos há muito o desembarque na lua.
A preocupação
com os discos voadores é recente. Começou logo depois da Segunda Guerra Mundial, quando os notáveis avanços da ciência abriram à humanidade meios capazes de investigar uma série de fenômenos que antes podiam apenas constatar. No dia 24 de junho de 1947, Kenneth Arnold, piloto particular e homem de negócios norte-americano, sobrevoava a Serra das Cascatas, nas Montanhas Rochosas, quando avistou uma fila de enormes objetos discóides brilhantes, desfilando entre os picos a incrível velocidade.Depois de pousar, Arnold declarou aos repórteres haver avistado misteriosos "flying Saucers" (pires voadores) e o nome pegou. Não obstante tais objetos nem sempre apresentarem a forma de um disco ou prato.
